Monday, May 8, 2006

AVES

 

 

Nascem da terra,

as aves.

 

 

Alimentam-se

da energia

do Sol e da Luz

e arrancam voo

para o azul.

 

 

E os Homens?

 

 

Porque se não alçam

para além

da própria sombra?

 

Posted by dark at 11:35:27
Comments

18 Responses to “AVES”

  1. badger says:

    Um belo poema!!
    Uma boa escolha…
    … Os Homens?! Talvez pela mentalidade de cada um, que é geral!!

    Quanto à questão da música!! Se fôr tipo vídeo, no meu blog tens um e basta clicar!! Se fôr mesmo música… vê este blog: http://templatesedesigns.blogspot.com!! Deves ter aí a ajuda que precisas!!

  2. Talvez a sombra não esteja ao alcance do homem…
    Talvez a liberdade não esteja bem ao nivel racional de cada ser que tanto implora por ela…
    Talvez um dia o homem dê mais importancia ao azul e vá além da propria sombra…
    Talvez um dia…

  3. Star says:

    Vim ver o teu blog!! e gostei!!Bonito poema!! Continua assim!!Beijinhos

  4. Tens um blogue muito humanista.
    Gostei do tom e da forma.
    O teu poema (presumo que vais escrever mais) é bom.
    Obrigado pela tua visita. Volta sempre.
    Logo que possa vou linkar-te.
    Abraço.

  5. Sea says:

    Porque são egoístas.

  6. Sea says:

    Porque são egoístas.

  7. jorgesteves says:

    Um poema ‘liso’ como as folhas e uma interrogação ‘curva’ como a flor!…
    Gosto da evolução!
    jorgesteves

  8. tb says:

    Esterlícias, os pássaros feitos flores, ou as flores feitas pássaros? Gostei muito.
    Os homens quando souberem mesmo que o são e para que o são, aí sim ganharão as asas necessárias…
    Beijinhos

  9. peres feio says:

    belos versos
    abraço carlos pf

  10. Venho retribuir a tua fantástica visita ao meu território.
    Estou com uma certa pressa… virei mais tarde.
    Inté.

  11. miosotis says:

    Vim agradecer teu olhar sensível em meu espaço de alguns sentires!!

    Ñ podia deixar de te visitar com tranquilidade e atenção!

    Teu espaço é de estética cuidada, e de mt sentimento humanístico!!
    Parabéns pelo tratamento do deisgn… mas sobretudo pela ‘essência’ q de ti deixas escapar! Bela, suave, sem dúvida!

    Voltarei!

    Qt ao poema, é a ‘translucidez’ do q acabei de referir!!

    Infelizmente dark, os pássarios já ñ conseguem alimentar-se só de sol e luz :((

    E os homens passaram a alimentar-se da poeira do seu próprio ‘umbigo’ :((

    bjs

  12. Anonymous says:

    Reparei: é a segunda vez que de um jeito ou de um outro. escreves sobre- asas, vôos…
    Os Homens tem asas, sim.
    Todos temos asas, todos podemos voar…
    E os que não levantam vôo ( por teimosia, medo ou por um outro motivo qualquer ) um dia… quem sabe?!
    Muitos voamos.
    Obrigada pelos teus pequeninos textos.
    Gosto muito.
    Ani

  13. Olá Dark, obrigada pela a visita! Aquela orelha é mesmo tua???? eh eh eh eh eh
    Parabéns pelo blog que é muito giro!
    Beijinhos da Dani

  14. Blueshell says:

    …palavra sábias…
    Um abraço tipo BueShell
    E um beijo AZUL
    º0º0º00ºº0º0º0º0º0º0º0º0º0º
    bdbdbdbdbddbbdbdbdb
    º0º0º0ºº0º0º0º0º00ºº0º0º0º0

  15. Joel azevedo says:

    é este o poema?! :) e autor? não tem? e quanto eu estar por aqui há pouco tempo… bem já estou há mais de um ano… tu visitaste o http://www.violetistas.blogspot.com mas eu tenho outros há mais tempo como o http://www.sweetcolours.blogspot.com (com mais duas colegas) e o http://www.thediaryofmysound.blogspot.com (só meu)…
    se quiseres que eu te explique como por videos e assim eu posso tentar! depois deixa-me o teu mail e eu tenyto explicar! não sou nenhum barra mas safo-me! :)
    gostei do poema bjinhos

  16. planície says:

    porque “ganham” raízes.

  17. Anonymous says:

    Na minha opinião sabes porquê? Porque há gente que nunca chega a pessoa,limitam-se a ser sombras toda a vida! E infelizmente conheço tantos cobardes!
    Se me visitares perceberás onde me situo em termos de ideais de vida.
    Um abraço
    Teresa David

  18. poca says:

    porque em busca de ter tudo… o homem deitou tudo a perder!
    e hoje para se encontrar tem de se prender a necessidades fúteis que ajudam a vida a passar depressa e vazia…
    quem repara que em tempo so homem foi livre para passear diante os campos… e seguir como lhe dizia a sua natureza… entristece… e na impotência do nada poder fazer, faz o que pode!

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